A REVOLUÇÃO DO FEDERALISMO PLENO

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6 Resultados

  1. Olavo Leal disse:

    Concordo em gênero, número e grau. Como pode o governo central administrar 27 unidades federativas e quase 5600 municípios?

  2. Dante Tamberlini Neto disse:

    O nosso regime republicano nunca experimentou um federalismo,como o norte-americano; o volume de desafios que enfrentamos hoje: podemos aprofundar mais e popularizar mais o tema.

  3. Humberto Ribeiro de Queiroz disse:

    Acho que chegou a hora da mudança do paradigma republicano brasileiro, que resultou em “petrolão” e “lava jato”, dois sinais amarelos de pura e eloquente chamada de atenção para a mudança de um sistema político, eleitoral, econômico, tributário, fiscal, social e de relações internacionais, orientado por um federalismo “colonialista” por um federalismo pleno, atual e capaz de gerir a extensão territorial do Brasil e os anseios nacionais de gestão pública eficaz e produtora de resultados direcionados – sem barreiras colonialistas – aos núcleos (raízes) de sustentabilidade da nação: municípios e estados. É um grande momento para reflexão e decisão. Prometo fazer.

  4. Revolução não significa apenas troca de governos, regimes ou forma de governo. A mudança tem que ser estrutural. Nisso o colega está certo. Mas não se limita da forma que é demonstrado no discurso. O povo tem que ser mais crítico, mais participativo e agente em todas as decisões que o afetará. Mudança estrutural tem que estar acompanhada de um contexto social, econômico e jurídico que possa mudar por completo as bases nas quais o Brasil foi edificado. E para qualquer discurso sobre o tema Revolução, há a necessidade de formular, primeiramente, critérios que possam se aproximar, em um primeiro momento, de resultados que serão efetivos.

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